Quarta, 19 Setembro 2018

Obra na quadra da Escola Municipal Professora Celuta das Neves avança

Publicado em Bairro a Bairro Segunda, 26 Fevereiro 2018 17:42
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A construção da quadra poliesportiva da Escola Municipal Professora Celuta das Neves é um sonho antigo dos alunos e professores da instituição. A obra, iniciada na gestão de Osmando Pereira da Silva (2013-2016), ficou paralisada por anos e não foi concluída. Em 2017, a Secretaria Municipal de Educação e Cultura – Semec – realizou nova licitação para retomar as intervenções no espaço, que já começava a ficar sucateado.

Os recursos para cobertura, instalação da parte elétrica e drenagem pluvial, colocação de tubos de calha, são provenientes do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação – FNDE. O subsídio do governo federal vem de um programa que prevê melhorias de estruturas já existentes nas unidades educacionais e não contempla pintura e nem compra de equipamentos como traves e redes, por exemplo.

De acordo com o engenheiro da Semec, Thales Lara, a previsão é de que a instalação do telhado e os demais serviços sejam finalizados entre a última semana de fevereiro e a primeira de março. Quanto aos acabamentos, que devem ser feitos com recursos próprios do Município, ainda não há uma data definida para a conclusão. 

 

“Gilka Drumond”

 

A Escola Estadual Professora Gilka Drumond de Faria, que funciona ao lado da “Celuta das Neves”, ainda enfrenta grandes problemas com a construção da quadra, obra iniciada no governo passado, que segue até hoje inacabada e já comprometida. 

O que era para ser um incentivo a mais para os estudantes, acabou se tornando uma preocupação para toda a comunidade. As intervenções, que tinham previsão de término em cinco meses, foram paralisadas no segundo semestre de 2015. A estrutura está deteriorando antes mesmo de ser finalizada. 

Ao todo, teriam que ser destinados à quadra R$ 355 mil, provenientes do FNDE e repassados para a unidade educacional por meio do governo do Estado. Porém, foram entregues apenas R$ 103 mil. Apesar de não ter recebido o valor previsto na concorrência, a empresa executora do projeto deixou 80% do trabalho pronto, não concluindo apenas o acabamento. 

Vândalos começaram a invadir e depredar o espaço aos fins de semana, além de usá-lo como abrigo para consumo de entorpecentes. Quando chove, os alunos ficam sem acesso ao local, que é tomado por lama, acelerando ainda mais o processo de deterioração. Várias rachaduras já são visíveis. 

A reportagem entrou em contato com o diretor da instituição de ensino, Luiz Mascarenhas. O gestor informou que o governo de Minas Gerais ainda não anunciou prazo para retomada do projeto.

 

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