Sexta, 20 Abril 2018

Associação Comunitária reivindica obras de infraestrutura e mais segurança

Publicado em Bairro a Bairro Segunda, 02 Abril 2018 13:01
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Há anos, moradores do Piaguassu lutam por melhorias, principalmente nas áreas de segurança e infraestrutura. Após muitas manifestações, a comunidade conseguiu uma linha do transporte coletivo e também a inclusão do bairro na rota dos Correios, além de, finalmente, o início das obras de instalação da passarela entre o Piaguassu e Várzea da Olaria, sobre a rodovia MG-050.

Agora, a Associação Comunitária está empenhada na busca por obras de infraestrutura, fundamentais para o bem estar e segurança da população. Contudo, o presidente da entidade, André da Silva Rezende, afirmou que enfrenta dificuldades.

“Conversei com a atual administração e até agora não houve retorno. Eu sou muito cobrado! As pessoas me questionam, dizem que sou a liderança, mas não consigo nada. Mas, estou tentando. Solicitamos sinalização, placas de rua, que estão apagadas, e a construção da pracinha, que é um projeto antigo. Nenhuma demanda foi atendida”, contou.

Segundo André, o bairro não possui nenhum espaço de lazer. Ele ressalta que a praça atenderia essa demanda e seria um bom espaço de convivência. Como a Associação Comunitária não possui uma sede, os moradores do Piaguassu precisam pedir salões de outros bairros emprestados, como o do Jadir Marinho e da Várzea da Olaria.

 “A ideia era construir a nossa pracinha no triangulo próximo ao reservatório do Serviço Autônomo de Água e Esgoto. Na gestão passada, esse local até recebeu limpeza, com esse objetivo, mas o projeto não foi adiante. Precisamos de um lugar para barraquinhas ou até mesmo nossas reuniões”, comentou.

Acesso perigoso

A entrada para o Piaguassu é outro problema que aflige a população. É muito usada uma rota improvisada pela rodovia MG-050, porém, o trecho oferece risco aos motoristas que passam pelo local: existe um “ponto cego”, no acesso ao bairro e não há sinalização. “A outra via está em péssimas condições”, reclamam moradores.

“A situação está caótica. Há muitos buracos e várias pessoas já foram roubadas à noite. O ex-prefeito Osmando chegou a apresentar um projeto, com uma via próxima ao reservatório do Saae, como solução. Voltei à Secretaria de Infraestrutura e o rapaz que está responsável pela parte de abertura de ruas disse que isso não existe”, disse André da Silva Rezende.

Ainda segundo o presidente da Associação Comunitária, uma das manifestações feitas na rodovia foi justamente por causa dessa questão.

“Infelizmente no Brasil as coisas só funcionam assim! Tem que chamar a atenção! Eu sei que o caminhoneiro ou quem passa pela estrada não tem nada a ver, só que a gente tinha que fazer alguma coisa. O pessoal passa lá a 170 Km/h. A concessionária mexeu e acabou com o nosso acesso. Inclusive, quando estávamos na luta para conseguir essa passarela, a empresa prometeu mandar o engenheiro para verificar e normalizar a situação. Mas, nada foi feito”, relatou o presidente da associação

 

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