Segunda, 25 Junho 2018

Demissões superam vagas de emprego abertas em março

Publicado em Economia Quarta, 02 Maio 2018 14:49
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Março fechou com saldo negativo no mercado de trabalho em Itaúna. Os últimos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados - Caged -, liberados já em 20 de abril, mostram que a cidade contabilizou, no mês analisado, 667 admissões e 693 desligamentos, o que correspondeu ao fechamento de 26 vagas.

O setor da construção civil foi o que mais demitiu. Embora o segmento tenha contratado 79 trabalhadores, 129 perderam os postos. O comércio veio em segundo lugar, com 138 profissionais admitidos, contra 158 desligados, enquanto na área de serviços, em terceira posição, houve 199 contratações e 206 demissões.

Os números do Caged apontam Itaúna com o pior desempenho entre os quatro municípios mais populosos da região Centro-Oeste, já que foi o único que terminou março com mais vagas fechadas que abertas. Divinópolis garantiu a primeira colocação na geração de empregos, seguida por Nova Serrana e Pará de Minas.

Destaque estadual em 2017

Apesar do desempenho fraco em março, nos três primeiros meses de 2018, o número de contratados superou em 169 as demissões na cidade. Foram registrados, no período, 2.382 empregos com carteira assinada e 2.213 desligamentos. No ano passado, de janeiro a dezembro, Itaúna foi destaque na geração de vagas, com o primeiro lugar do Centro-Oeste e o quarto de Minas Gerais, atrás apenas de Uberlândia (1ª), Patos de Minas (2ª) e Comendador Gomes (3ª), todas localizadas no Triângulo Mineiro.

Conforme o balanço oficial, em 2017, houve 1.009 admissões na cidade. Nova Serrana ficou na quarta colocação da região, com 225; Cláudio, segundo colocado, teve saldo de 552 contratações formais, e Divinópolis, em terceiro, 501. De acordo com as informações do Caged, a indústria de transformação foi o setor que mais absorveu trabalhadores, com oferta de 919 vagas; seguida dos segmentos de serviços, 74; agropecuária, extração vegetal, caça e pesca, 30; extrativa mineral, 14; e comércio, 13. A variação negativa ficou por conta da construção civil (-39) e serviços industriais de utilidade pública

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