Quarta, 19 Setembro 2018

Itaúna registra queda na taxa de mortalidade infantil em 2017, mas índice fica acima da média estadual

Publicado em Geral Segunda, 29 Janeiro 2018 15:55
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De acordo com os dados do Sistema de Informações Sobre Mortalidade - SIM - e do Sistema de Informações Sobre Nascidos Vivos – Sinasc -, atualizados em dezembro, Itaúna teve queda na taxa de mortalidade infantil, em 2017, na comparação com 2016. O indicador corresponde ao número de crianças de determinada localidade que falece antes de completar um ano de vida. O cálculo é feito com base no número de mortes, dividido pelo total de nascimentos, multiplicado por mil.

Nos últimos cinco anos, os índices oscilaram. Levantamento feito pela reportagem mostra que em 2013 foram registrados 17 óbitos na faixa etária de zero a um ano de idade. Em 2014 e 2015 houve nove casos. Em 2016, as mortes de crianças nessa idade voltaram a crescer, alcançando o patamar de 14. Já em 2017, conforme a última atualização do sistema, em 19 de dezembro, foram 12. 

A taxa de mortalidade é um indicador, principalmente, da qualidade dos serviços de saúde, saneamento básico e educação. O índice de Itaúna no ano passado foi de 12,3, considerado baixo, de acordo com o Ministério da Saúde. Mas, em todo o estado, a média ficou em 11,24. 

A redução da mortalidade infantil envolve diversas medidas, desde ações simples até outras, consideradas mais complexas. A vacinação de gestantes e crianças é uma das estratégias, bem como as instruções para evitar possíveis doenças. A conscientização sobre o aleitamento materno e a correta nutrição infantil também são questões relevantes, normalmente abordadas durante o acompanhamento Pré-Natal. 

 

Mais crianças 

 

Em 2017 nasceram mais crianças na Maternidade do Hospital Manoel Gonçalves que em 2016. Foram 1.059 partos, seis além dos contabilizados no ano anterior, sendo dezembro o mês com maior número, 104.  Os dados foram obtidos junto  ao setor, que ressaltou que apesar dos registros, nem todas as mães são residentes na cidade.  Ainda de acordo com as informações da instituição, 50,9% das mães deram à luz a bebes do sexo masculino.  Em 2016, esse índice foi ainda maior: 52,3%. 

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