Quarta, 19 Setembro 2018

Itaúna está muito bem representada em várias modalidades esportivas, que têm se destacado em campeonatos por todo o país e até no exterior. E as conquistas não param.  Oito nadadores da equipe do Tropical Tênis Clube, que têm levado o nome da cidade ao pódio em diversas competições, conseguiram durante o Campeonato Mineiro de Natação, no Minas Tênis Clube, em Belo Horizonte, além de medalhas, a pré-seleção para as Olimpíadas de 2020, em Tóquio, no Japão. A escolinha começou a funcionar há três anos e nesse período, com 20 alunos na faixa etária entre 11 e 13 anos, já conta com  atletas de ponta e contabiliza premiações importantes.  

Pedro Augusto de Souza Almeida, de dez anos, é um dos atletas pré-selecionados para o Mundial. Ele nada há três anos, graças ao incentivo da mãe, Júnia, que o colocou, junto com o irmão, na escola de natação para garantir aos dois a prática de algum esporte. Depois de pouco tempo, Júnia viu na televisão um anúncio sobre inscrições para seletiva da equipe e decidiu levar o garoto, cujo talento foi reconhecido pelo treinador já no primeiro teste. De lá pra cá, com muito empenho, Pedro desenvolveu as técnicas e obteve diversas conquistas. Ele já foi ouro nos 50 metros peito e 100 metros crawl, e também no revezamento do Mineiro, onde recebeu o certificado de pré-seleção das Olimpíadas. 

Outro atleta cotado é Leonardo Camargo Fonseca, 11. O menino sempre gostou da modalidade e compete há apenas um ano e meio, mas já subiu ao pódio diversas vezes. Em uma das últimas competições que disputou, ele ganhou três medalhas de ouro, uma de prata e uma de bronze. Ele foi pré-selecionado para as Olimpíadas em três modalidades: 50m livre, 400m livre e 100m borboleta.

Além de Pedro e Leonardo, ainda estão no páreo Taís Cristina Fernandes, João Eduardo Nogueira, Vinícius Marinho, Cecília Soares, Maria Eduarda Nogueira e Beatriz Bragança. A próxima competição da equipe será em Ipatinga no dia 19 de setembro, onde os atletas tentarão uma vaga nos campeonatos Mineiro e Brasileiro.

 

Itaúna está muito bem representada em várias modalidades esportivas, que têm se destacado em campeonatos por todo o país e até no exterior. E as conquistas não param.  Oito nadadores da equipe do Tropical Tênis Clube, que têm levado o nome da cidade ao pódio em diversas competições, conseguiram durante o Campeonato Mineiro de Natação, no Minas Tênis Clube, em Belo Horizonte, além de medalhas, a pré-seleção para as Olimpíadas de 2020, em Tóquio, no Japão. A escolinha começou a funcionar há três anos e nesse período, com 20 alunos na faixa etária entre 11 e 13 anos, já conta com  atletas de ponta e contabiliza premiações importantes.  

Pedro Augusto de Souza Almeida, de dez anos, é um dos atletas pré-selecionados para o Mundial. Ele nada há três anos, graças ao incentivo da mãe, Júnia, que o colocou, junto com o irmão, na escola de natação para garantir aos dois a prática de algum esporte. Depois de pouco tempo, Júnia viu na televisão um anúncio sobre inscrições para seletiva da equipe e decidiu levar o garoto, cujo talento foi reconhecido pelo treinador já no primeiro teste. De lá pra cá, com muito empenho, Pedro desenvolveu as técnicas e obteve diversas conquistas. Ele já foi ouro nos 50 metros peito e 100 metros crawl, e também no revezamento do Mineiro, onde recebeu o certificado de pré-seleção das Olimpíadas. 

Outro atleta cotado é Leonardo Camargo Fonseca, 11. O menino sempre gostou da modalidade e compete há apenas um ano e meio, mas já subiu ao pódio diversas vezes. Em uma das últimas competições que disputou, ele ganhou três medalhas de ouro, uma de prata e uma de bronze. Ele foi pré-selecionado para as Olimpíadas em três modalidades: 50m livre, 400m livre e 100m borboleta.

Além de Pedro e Leonardo, ainda estão no páreo Taís Cristina Fernandes, João Eduardo Nogueira, Vinícius Marinho, Cecília Soares, Maria Eduarda Nogueira e Beatriz Bragança. A próxima competição da equipe será em Ipatinga no dia 19 de setembro, onde os atletas tentarão uma vaga nos campeonatos Mineiro e Brasileiro.

 

Na semana passada, seguindo a onda da inflação, foi a vez do gás de cozinha ficar mais caro, com reajuste de 15% pela Petrobras. Em Itaúna, além de pesar mais no bolso do consumidor, o combustível é comercializado com diferença significativa entre diversos estabelecimentos.  Em pesquisa, o JORNAL S´PASSO verificou valor de venda do botijão de 13 quilos, o mais comum, antes e depois do aumento, em seis depósitos localizados em regiões diferentes. E, confirmou: em alguns locais, a unidade custa até R$ 13 a mais que em outros após a majoração. 

Uma empresa da área central, que praticamente detém o segmento no município e também funciona como rede de distribuição, reajustou em R$ 11 o produto, que já custa R$ 65, enquanto na maioria, o acréscimo foi em média de R$ 7. Caso de uma loja em Santanense, onde o gás passou de R$ 45 para R$ 55. No Santo Antônio, é possível encontrar o botijão por R$ 52. 

 

Na próxima quarta-feira, 16, data que marca os 114 anos da emancipação político-administrativa de Itaúna, o vereador Leonardo Rosenburg, Léo Bala, pretende reunir a população para chamar a atenção do poder público para um dos mais importantes elementos do patrimônio histórico e cultural da cidade, a capela do Senhor do Bonfim, praticamente destruída por um incêndio em outubro do ano passado. O parlamentar convocou a comunidade para se concentrar na avenida Jove Soares, nas imediações da área externa do Espaço Cultural e seguir para o morro onde estão as ruínas da igrejinha. A intenção é promover um abraço simbólico em protesto contra a demora da Prefeitura para a restauração do pequeno templo.  

O prefeito Osmando Pereira da Silva até tentou se eximir do compromisso com a Igreja de Nosso Senhor do Bonfim, que há quase um ano foi tomada pelas chamas. Mas, diante das denúncias feitas por parte da imprensa e de militantes do movimento cultural da cidade, visto que a capela faz parte do patrimônio histórico municipal tombado por decreto, o chefe do Executivo anunciou em janeiro a contratação de empresa para elaboração do projeto de reconstrução, que dez meses depois não foi apresentado.   

Construída em 1853, a capela sempre foi considerada como um cartão-postal da cidade, mas apesar da importância, nos últimos tempos a Prefeitura não disponibilizava mais vigia para o Morro do Bonfim. A igrejinha pertence à Paróquia de Nossa Senhora de Fátima, que realizava missas uma vez por mês, além da tradicional peregrinação feita anualmente pelos católicos na Sexta-Feira da Paixão. Para o parlamentar responsável pela mobilização na semana que vem, Léo Bala, o incêndio foi apenas um reflexo do abandono do local. 

 

Em 16 de setembro de 1901, o pequeno distrito de Santana do São João Acima foi alçado à categoria de município por meio da lei estadual n.º 319, sancionada pelo então governador de Minas Gerais, Silviano Brandão. Na próxima quarta-feira completam-se 114 anos da emancipação obviamente rendeu muitas conquistas à cidade, que nos últimos tempos vivencia uma situação política e econômica nada favorável, diante da falta de incentivo ao desenvolvimento e da ausência de políticas públicas ou até boa vontade dos gestores para garantir melhores condições de vida à população.

Um dos reflexos disso pode ser verificado na taxa de crescimento populacional, muito abaixo da média regional, conforme ficou confirmado pelos últimos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE -, com data de referência de 1º de julho, divulgados pelo órgão há duas semanas e publicados pelo JORNAL S´PASSO na edição passada. Os números mostram Itaúna, até agora a segunda em número de habitantes no Centro-Oeste, que tem na segunda colocação Divinópolis, com mais de 228 mil, está prestes a cair para o quarto lugar na região. Com 91.454 moradores, a cidade pode ser ultrapassada num futuro próximo por Pará de Minas, cuja população subiu de 90.306 para 91.158 e Nova Serrana, que saiu de 87.260 para 89.859. 

E a explicação para isso começa com a inexistência de ações para incentivo à atividade industrial, apesar das entidades empresariais se empenharem para isso, mesmo sem apoio governamental. 

Há falhas nos diversos setores, com poucos investimentos nos serviços prioritários, o que culmina em infraestrutura e saúde precárias, transporte público ineficiente, desemprego, entre outros problemas. Na área central, mas ainda mais na periferia, como mostra o S´PASSO COMUNIDADE semanalmente há cerca de dois anos, as falhas são evidentes, com deficiências na limpeza urbana, na falta de creches para atendimento às mães que trabalham fora e dificuldades para acesso ao atendimento médico, com o sistema de distribuição de fichas, que não atende à demanda da maioria dos bairros. 

Itaúna vive um processo negativo de retração em todos os segmentos há mais de uma década e o fim do governo Eugênio Pinto, marcado pela corrupção e má-gestão dos recursos públicos, não mudou o panorama. Os sintomas da decadência estão também no Índice de Desenvolvimento de Humano – IDH. O estudo que tem como base os indicadores do aumento de renda, nível educacional e longevidade aponta que a cidade teve nos últimos anos desempenho pior que municípios de toda a região, a maioria deles emancipados recentemente. O levantamento é monitorado pela Organização das Nações Unidas – ONU – e o último mostrou que a evolução da qualidade de vida na cidade ficou no passado.  Comparado a oito vizinhos, o município teve a pior taxa de do IDH, com o oitavo lugar na classificação, abaixo de Divinópolis (7º), Pará de Minas (6º), Igaratinga (5º), Carmo do Cajuru (4º), Mateus Leme (3º), Juatuba (2º) e Itatiaiuçu, na primeira posição. Os resultados conquistados entre 2000 e 2010 chegaram a fazer de Itaúna referência no estado.  

 

ENQUETE

“Devolveria de forma mais criteriosa os impostos pagos pelo povo, aplicando o dinheiro nos lugares onde realmente precisa, de modo que aumentasse os procedimentos e ainda as especialidades médicas, creches. 

Também proporcionaria investimentos para o incentivo à criação de novas empresas e moradias para nossos irmãos itaunenses”, 

Joel Márcio, vereador. 

 “O meu presente seria o discernimento aos políticos quanto ao uso correto e eficiente dos recursos públicos buscando sempre, em primeiro lugar o bem estar da população em todos os aspectos - educacional, recreacional, saúde e segurança - e o desenvolvimento de nossa cidade através da captação de empresas que possam e queiram aqui investir”, 

Fernanda Daniele de Oliveira, professora

“Eu queria dar não só para Itaúna, mas para o Brasil, um governo mais consciente com melhores condições de gestão e governabilidade. Isso contribuiria para atrair empresas e, consequentemente, gerar mais empregos para a população. Eu gostaria que aumentasse também o preço do minério para a Usiminas voltar a atuar e contribuir para com a economia” 

Francis Saldanha, vereador.

“Muitas metalúrgicas e siderúrgicas fecharam. Eu daria para a cidade um polo industrial com o objetivo de aumentar a geração de emprego e renda para a população, que está necessitada de mais oportunidades. E, para garantir as melhorias que todos reivindicam, seriam necessários mais investimentos e incentivo às atividades empresariais”, 

Fernando Franco, contador e presidente da Associação Comercial e Empresarial – ACE. 

“Eu melhoraria a qualidade de vida, daria uma Itaúna melhor. Também daria a restauração da igreja do Bonfim, porque uma cidade que não cuida do seu patrimônio histórico, não deixa nada para o futuro. Melhoraria ainda as políticas públicas para o bem estar da população”, 

Léo Bala, vereador. 

 “Eu daria mais paz para a cidade, para a população poder viver mais tranquila e com segurança. Com certeza essa é uma das principais reivindicações dos moradores de Itaúna, que precisam de mais sossego para andar nas ruas, trabalhar, enfim, para desenvolver as atividades do dia a dia sem receio da criminalidade” Sargento Gina Raquel, da Polícia Militar de Itaúna. 

“[...] Tenho para lhe oferecer o que trago em mim mesmo. Meu trabalho, minha dedicação, meu esforço de cada dia. Tua História é construída dia a dia, por todos os teus filhos. Possa eu ser um servo diligente e nunca esmaecer no meu empenho por ti. De ti tenho orgulho e para ti dirijo os meus trabalhos. Sem falsa modéstia, sempre pensei em bem te servir. Enquanto forças eu tiver, conte sempre com elas, Itaúna querida! Quero te ver brilhando como a Princesinha do Oeste! Sei, que há muita coisa para fazer, diante de tantas carências de nossa boa gente barranqueira! Não furtar-me-ei à luta ou às minhas responsabilidades![...]”, Luiz Mascarenhas, professor de História e diretor da Escola Estadual “Profa. Gilka Drumond de Faria, fragmento do poema A Pedra Negra. 

“O que eu daria a Itaúna hoje seria uma nova administração, com foco em prioridades e um olhar mais voltado para a periferia, principalmente para os bairros, que estão muito esquecidos. 

Um governo mais próximo da população seria o ideal. A sensação que tenho é que as pessoas perderam o orgulho de serem itaunenses, o que é reflexo da falta de serviços básicos, de investimentos em cultura e educação, entre outros setores. 

Itaúna é muito maior que todos nós e a nossa esperança é de mudanças para que o município siga em direção ao futuro”, Jerry Adriane Teles Magalhães, sindicalista e presidente do Partido dos Trabalhadores. 

“A população está muito carente em relação a três segmentos. Eu gostaria de dar mais tranquilidade para toda a comunidade e priorizaria três áreas: segurança, estabilidade no trabalho e atendimento melhor na saúde”, Geraldo Magela, presidente do Sindicato dos Produtores Rurais. 

 

ENQUETE

“Devolveria de forma mais criteriosa os impostos pagos pelo povo, aplicando o dinheiro nos lugares onde realmente precisa, de modo que aumentasse os procedimentos e ainda as especialidades médicas, creches. 

Também proporcionaria investimentos para o incentivo à criação de novas empresas e moradias para nossos irmãos itaunenses”, 

Joel Márcio, vereador. 

 “O meu presente seria o discernimento aos políticos quanto ao uso correto e eficiente dos recursos públicos buscando sempre, em primeiro lugar o bem estar da população em todos os aspectos - educacional, recreacional, saúde e segurança - e o desenvolvimento de nossa cidade através da captação de empresas que possam e queiram aqui investir”, 

Fernanda Daniele de Oliveira, professora

“Eu queria dar não só para Itaúna, mas para o Brasil, um governo mais consciente com melhores condições de gestão e governabilidade. Isso contribuiria para atrair empresas e, consequentemente, gerar mais empregos para a população. Eu gostaria que aumentasse também o preço do minério para a Usiminas voltar a atuar e contribuir para com a economia” 

Francis Saldanha, vereador.

“Muitas metalúrgicas e siderúrgicas fecharam. Eu daria para a cidade um polo industrial com o objetivo de aumentar a geração de emprego e renda para a população, que está necessitada de mais oportunidades. E, para garantir as melhorias que todos reivindicam, seriam necessários mais investimentos e incentivo às atividades empresariais”, 

Fernando Franco, contador e presidente da Associação Comercial e Empresarial – ACE. 

“Eu melhoraria a qualidade de vida, daria uma Itaúna melhor. Também daria a restauração da igreja do Bonfim, porque uma cidade que não cuida do seu patrimônio histórico, não deixa nada para o futuro. Melhoraria ainda as políticas públicas para o bem estar da população”, 

Léo Bala, vereador. 

 “Eu daria mais paz para a cidade, para a população poder viver mais tranquila e com segurança. Com certeza essa é uma das principais reivindicações dos moradores de Itaúna, que precisam de mais sossego para andar nas ruas, trabalhar, enfim, para desenvolver as atividades do dia a dia sem receio da criminalidade” Sargento Gina Raquel, da Polícia Militar de Itaúna. 

“[...] Tenho para lhe oferecer o que trago em mim mesmo. Meu trabalho, minha dedicação, meu esforço de cada dia. Tua História é construída dia a dia, por todos os teus filhos. Possa eu ser um servo diligente e nunca esmaecer no meu empenho por ti. De ti tenho orgulho e para ti dirijo os meus trabalhos. Sem falsa modéstia, sempre pensei em bem te servir. Enquanto forças eu tiver, conte sempre com elas, Itaúna querida! Quero te ver brilhando como a Princesinha do Oeste! Sei, que há muita coisa para fazer, diante de tantas carências de nossa boa gente barranqueira! Não furtar-me-ei à luta ou às minhas responsabilidades![...]”, Luiz Mascarenhas, professor de História e diretor da Escola Estadual “Profa. Gilka Drumond de Faria, fragmento do poema A Pedra Negra. 

“O que eu daria a Itaúna hoje seria uma nova administração, com foco em prioridades e um olhar mais voltado para a periferia, principalmente para os bairros, que estão muito esquecidos. 

Um governo mais próximo da população seria o ideal. A sensação que tenho é que as pessoas perderam o orgulho de serem itaunenses, o que é reflexo da falta de serviços básicos, de investimentos em cultura e educação, entre outros setores. 

Itaúna é muito maior que todos nós e a nossa esperança é de mudanças para que o município siga em direção ao futuro”, Jerry Adriane Teles Magalhães, sindicalista e presidente do Partido dos Trabalhadores. 

“A população está muito carente em relação a três segmentos. Eu gostaria de dar mais tranquilidade para toda a comunidade e priorizaria três áreas: segurança, estabilidade no trabalho e atendimento melhor na saúde”, Geraldo Magela, presidente do Sindicato dos Produtores Rurais. 

 

Em 114 anos de emancipação política, Itaúna não recebeu título mais importante do que o conquistado em 1975: o de Cidade Educativa do Mundo.  Garantir a certificação não foi fácil para a cidade, que concorreu com outros 42 municípios de Minas Gerais, mas saiu vitoriosa da empreitada, causa abraçada por diversas personalidades política e intelectuais da época. 

A iniciativa da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura em acordo com a Secretaria de Educação do Estado buscava promover entre as cidades mineiras o desenvolvimento humano e educacional, além de contribuir para melhor disposição dos recursos financeiros para progresso geral. Para isso, foi proposta a elaboração de um jornal que contasse a história da educação na cidade e os planos para o futuro.

Na contramão do certificado garantido há quatro décadas e comemorado até hoje, está a falta de investimentos e incentivo para a educação e cultura. Um exemplo disso é a situação da Biblioteca Pública Municipal Engenheiro Osmário Soares Nogueira, que está em condições precárias. 

No ano passado, um grupo de jovens iniciou mobilização com uma campanha para arrecadação de livros, que culminou em mais de 300 obras doadas e acabou colocando em pauta a necessidade de melhorias do espaço, que, apesar das promessas feitas então pelo prefeito Osmando Pereira da Silva, ainda funciona em instalações que não têm estrutura adequada e num local sem a mínima segurança para os frequentadores, principalmente as crianças, na rua Silva Jardim, abaixo da linha férrea, no bairro Universitário.

A Prefeitura anunciou a transferência do acervo para a antiga sede da Secretaria de Educação e Cultura, na Praça da Estação, depois de reformas no piso e telhado, além de pintura do imóvel. O compromisso foi firmado em julho do ano passado. Porém, mais de 12 meses depois, a situação é a mesma, não há sinais das obras previstas na época e muito menos da mudança de endereço prometida. 

O mobiliário está praticamente sucateado, não há computadores disponíveis para pesquisas e no caso dos empréstimos de livros, ainda vigora o sistema de fichas de papel. Por questões de segurança, o horário de funcionamento também foi reduzido e as portas agora são fechadas às 20h, em vez das 22 horas.   

 

Em 114 anos de emancipação política, Itaúna não recebeu título mais importante do que o conquistado em 1975: o de Cidade Educativa do Mundo.  Garantir a certificação não foi fácil para a cidade, que concorreu com outros 42 municípios de Minas Gerais, mas saiu vitoriosa da empreitada, causa abraçada por diversas personalidades política e intelectuais da época. 

A iniciativa da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura em acordo com a Secretaria de Educação do Estado buscava promover entre as cidades mineiras o desenvolvimento humano e educacional, além de contribuir para melhor disposição dos recursos financeiros para progresso geral. Para isso, foi proposta a elaboração de um jornal que contasse a história da educação na cidade e os planos para o futuro.

Na contramão do certificado garantido há quatro décadas e comemorado até hoje, está a falta de investimentos e incentivo para a educação e cultura. Um exemplo disso é a situação da Biblioteca Pública Municipal Engenheiro Osmário Soares Nogueira, que está em condições precárias. 

No ano passado, um grupo de jovens iniciou mobilização com uma campanha para arrecadação de livros, que culminou em mais de 300 obras doadas e acabou colocando em pauta a necessidade de melhorias do espaço, que, apesar das promessas feitas então pelo prefeito Osmando Pereira da Silva, ainda funciona em instalações que não têm estrutura adequada e num local sem a mínima segurança para os frequentadores, principalmente as crianças, na rua Silva Jardim, abaixo da linha férrea, no bairro Universitário.

A Prefeitura anunciou a transferência do acervo para a antiga sede da Secretaria de Educação e Cultura, na Praça da Estação, depois de reformas no piso e telhado, além de pintura do imóvel. O compromisso foi firmado em julho do ano passado. Porém, mais de 12 meses depois, a situação é a mesma, não há sinais das obras previstas na época e muito menos da mudança de endereço prometida. 

O mobiliário está praticamente sucateado, não há computadores disponíveis para pesquisas e no caso dos empréstimos de livros, ainda vigora o sistema de fichas de papel. Por questões de segurança, o horário de funcionamento também foi reduzido e as portas agora são fechadas às 20h, em vez das 22 horas.   

 

A Universidade de Itaúna completa 50 anos de fundação em 2015, com uma história diretamente ligada ao crescimento e desenvolvimento da cidade desde que foi criada. A instituição de ensino, que pode ser considerada como uma das grandes conquistas do município recebe estudantes de todo o estado e movimenta a economia local, com geração de renda e grande número de empregos diretos e indiretos. Com foco também em projetos de pesquisa e extensão, o centro acadêmico também contribui de forma significativa para o crescimento de desenvolvimento da cidade. 

Hoje são 21 cursos de bacharelado, licenciatura e tecnólogo, além de pós-graduação em áreas diversas. A estrutura moderna e excelência do aprendizado permite à UIT, presente no currículo de grandes profissionais formados ao longo de cinco décadas,  atender milhares de alunos. A tecnologia e qualidade de beneficia também a população local, com atendimentos fisioterapêuticos, odontológicos e jurídicos, minimizando a carência provocada pelas falhas dos serviços públicos. Criada em 26 de novembro de 1965, a Universidade, classificada atualmente como a segunda melhor entre as particulares de Minas Gerais, nasceu graças aos esforços de Miguel Augusto Gonçalves, neto de Augusto Gonçalves de Souza Moreira, fundador do Município. Miguel Augusto era na época secretário de Governo e de Coordenação Política do Estado.  E, foi ele quem levou ao governador o projeto de própria autoria para a criação da instituição de ensino, em atendimento à reivindicação de um grupo de jovens interessados em cursar Ciências Econômicas e Filosofia, o primeiro curso criado, no prédio da antiga Escola Normal (atual Escola Estadual de Itaúna). Na gestáo do atual reitor, Fai;al David Freire Chequer foi criado o Campus Verde, onde está sediada hoje a UIT.

 

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