Sábado, 18 Agosto 2018

Várias ruas da Várzea da Olaria estão tomadas por buracos, entre elas a Francisco Alberto. O estado das vias preocupa os moradores do bairro, principalmente pelo tamanho das crateras, que podem acabar danificando os veículos e, na pior das hipóteses, até provocar um acidente.

 Passarela é concluída depois de anos de luta da comunidade e aguarda apenas acabamento

Depois de aproximadamente cinco anos cobrando a instalação de uma passarela na altura do Km 84 da MG-050, entre os bairros Várzea da Olaria e Piaguassu, finalmente os moradores da região podem atravessar a pista em segurança. A estrutura da passagem de pedestres foi concluída e agora falta apenas a finalização do acabamento.

“Valeu a luta. Temos que agradecer à população, que nos apoiou nessa causa e aos veículos de comunicação, como o JORNAL S´PASSO”, destacou o presidente da Associação Comunitária, André Rezende.

 A liderança ainda criticou a atitude de políticos da cidade, que segundo ele, não apoiaram o movimento, mas, quando a obra estava prestes a ser concretizada, passaram a assumir a autoria da conquista. “Nós fizemos várias manifestações. A maioria das autoridades não deu a mínima. Eu sentiria vergonha de tentar receber os méritos por algo que não fiz “, alfinetou.

Os moradores cobravam muito a passarela porque precisam utilizar vários serviços públicos na Várzea da Olaria e no Padre Eustáquio, como atendimentos na área da saúde e escolas. Sem esse mecanismo, era necessário atravessar a estrada entre os carros.

Após a maior parte da estrutura pronta, a intervenção acabou paralisada por um bom tempo porque a concessionária responsável pela administração da rodovia não tinha autorizações para a remoção de algumas árvores nativas. O trabalho foi retomado depois de regularização das pendências e autorização dos órgãos estaduais.

Foi realizada no último fim de semana, na cidade de Tijucas do Sul, no estado do Paraná, a Ultramaratona dos Perdidos. Em uma prova de nível técnico elevado, a atleta Priscila de Souza terminou o circuito no quarto lugar geral. A competição teve largada às 22 horas, de sexta-feira, 13. O percurso, de “terra batida” e a baixa temperatura, que chegou a cinco graus, dificultaram ainda mais a subida até ao cume do Araçatuba, na região da Serra do Mar. Em entrevista ao JORNAL S´PASSO, Priscila disse que logo nos primeiros quilômetros sentiu dores e pensou em desistir, mas se esforçou para continuar na disputa. A classificação, que conta pontos para o ranking mundial, coloca a itaunense entre as melhores da modalidade e traz uma conquista inédita para a cidade.

Um homem de 53 anos foi surpreendido por três indivíduos, que bateram na porta da casa dele, fingindo serem policiais civis, na madrugada de quarta-feira, 18. Os elementos ameaçaram o morador e tentaram enforcá-lo. Em seguida, fugiram com uma televisão de 32 polegadas e um aparelho de celular. A vítima contou à Polícia Militar que viu uma arma na cintura de um dos bandidos. Até o fechamento desta edição, não havia pistas dos criminosos.

Muitas vezes, a impossibilidade de comprovar endereço se torna um obstáculo para o acesso à Justiça. Agora, pessoas em situação de rua, moradores de áreas ocupadas e migrantes podem ingressar com ações nos Juizados Especiais Cíveis, independentemente de produzir prova documental de seus domicílios.

 A medida é válida em todo o estado. A ausência de comprovação de moradia é suprida com o preenchimento de um formulário no qual são fornecidas outras informações capazes de assegurar a localização, como telefone de recado, lugar onde está vivendo, entre outros dados.

 A permissão, concedida pela Corregedoria-Geral de Justiça, atende a proposta dos representantes de comitê no Tribunal de Justiça de Minas Gerais – TJMG. Para o órgão, a iniciativa “demonstra o resgate do princípio da dignidade humana daqueles que se encontram em situação de vulnerabilidade e invisibilidade social, permitindo que tenham vez e voz na defesa de seus direitos e interesses, até então, excluídos”.

O Juizado Especial de Belo Horizonte já garantia o acesso à Justiça às pessoas sem condição de fornecer prova documental de endereços. A nova regulamentação, entretanto, vale para a extensão territorial mineira e foi registrada em instrução padrão de trabalho.

A 9ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais – TJMG – confirmou sentença da Comarca de Itaúna, que condenou a concessionária da MG-050 a indenizar a Ferguminas Siderurgia Ltda. em cerca de R$ 7,8 mil, por danos materiais. De acordo com os autos, um veículo da empresa colidiu com animal que invadiu a pista. Para o TJMG, cabia à responsável pela estrada fiscalizar e coibir a presença dos bichos.

A defesa alegou que não havia prova de que a conduta dos acusados tenha influenciado no acidente. Sob os argumentos de que não ficou caracterizada a causa do sinistro, os réus ressaltaram que a perícia concluiu não terem sido causadas por um bovino as marcas no carro. Ao analisar o processo, o relator, desembargador Amorim Siqueira, observou tratar-se de sociedade privada prestadora de serviço público, cuja responsabilidade é objetiva, ou seja, responde independentemente da existência de culpa pelos prejuízos porventura causados em decorrência do exercício da atividade.

 O caso foi registrado no dia 1º de maio de 2009, por volta de 00h30, nas proximidades do Km 257. O automóvel chocou-se com um boi. O condutor transitava pelo mesmo trecho, quando o bicho, de cor escura, adentrou repentinamente a pista de rolamento, não sendo possível evitar o atropelamento. Para o relator, é evidente a omissão na conservação, manutenção e fiscalização da via pública, incluindo-se a obrigação de sinalizar eventuais travessias de animais. O magistrado disse que a concessionária não incluiu aos autos qualquer elemento que corroborasse a alegação de que cumpriu com esses deveres.

“Como se sabe, o boletim de ocorrência goza de presunção relativa de veracidade, em função da fé pública da autoridade policial que o lavra, impondo àquele que discorda dos seus termos produzir prova contrária para desconstituí-lo", acrescentou, ponderando que, apesar de o laudo pericial não ser conclusivo no sentido de afirmar que o incidente foi proveniente de colisão com um bovino, o documento pontuou várias vezes a possibilidade de um animal do mesmo porte ter sido a causa do evento.

 Em campanha

 Na terça-feira, 17, a concessionária deu início à campanha “Segura o Bicho”, que visa combater a presença de animais na pista. Conforme as informações divulgadas pela assessoria do grupo, a iniciativa faz parte do Plano de Gestão Social – PGS. As atividades foram desenvolvidas em toda a extensão da MG-050, que liga Juatuba a São Sebastião do Paraíso, no Sul de Minas, divisa com o estado de São Paulo.

 Durante a mobilização, as equipes visitam propriedades próximas aos locais onde houve registros bichos na faixa de domínio, buscando sensibilizar os produtores rurais quanto à importância de agir preventivamente e manter as cercas em boas condições.

O público-alvo também é conscientizado sobre as obrigações previstas no artigo 936 do Código Civil, que responsabiliza o dono do animal por acidentes e danos que o mesmo venha causar.

Para denúncias, está disponível o Centro de Controle Operacional (0800 282 0505 – opção 2). As ligações são gratuitas, inclusive para celular, e o serviço funciona 24 horas por dia.

Jovens invadem pátio e roubam duas motos

Segunda, 23 Julho 2018 11:24

O pátio credenciado do Departamento de Trânsito de Minas Gerais - Detran/MG - em Itaúna foi alvo da ação dos bandidos na madrugada de quinta-feira, 19. Pela manhã, a Polícia Militar esteve na unidade, localizada na avenida São João, no bairro Morro do Engenho, e, em contato com o proprietário, a equipe apurou que o muro havia sido arrombado, possibilitando o furto de vários materiais, não contabilizados, além de duas motocicletas, uma Yamaha RD/135 e a outra Honda, CG Titan, de cor cinza. Em rastreamento, a guarnição encontrou os responsáveis pelo crime, três jovens, com idades entre 15 e 18 anos, que empurravam os veículos pela rodovia MG-431.

No início da manhã de quinta-feira, 19, a Polícia Militar foi acionada devido a um acidente na rua José Luiz Calambau, no bairro das Graças. No endereço, próximo ao Velório Municipal, a guarnição encontrou um adolescente, de 16 anos. O rapaz confirmou que dirigia um Hyundai Veloster e perdeu a direção, batendo na traseira de um Fiat Palio, estacionado. O automóvel ainda atingiu o retrovisor esquerdo de um Uno, também parado.

Uma testemunha relatou que o Veloster pertence ao vereador Iago Souza, mais conhecido como “Pranchana Jack”. Ainda conforme o depoimento, o parlamentar não viu quando o jovem, que entregou o volante ao menor, pegou as chaves do carro para levar um amigo à sede do Tiro de Guerra.

Denúncias levaram uma equipe da Polícia Civil a dois acusados de contrabandear cigarros, na segunda-feira, 16. Os homens, de 38 e 42 anos, estavam na avenida São João, próximo ao bairro São Judas Tadeu, quando abordados. Um deles, o mais velho, entregava a carga, oriunda do Paraguai, ao outro envolvido, no momento da chegada da viatura. Em 67 caixas havia 93 pacotes do produto. A dupla foi presa e encaminhada para Divinópolis.

Preso sete anos após o crime, Jardel Marques chocou a população ao assassinar mulher e deixar filha recém-nascida sobre o corpo

 

O Júri Popular da Comarca de Itaúna se reuniu, novamente, no Fórum Mário Matos, nesta sexta- -feira, 20. Dessa vez, quem se sentou no banco dos réus foi Jardel Marques Coutinho, acusado do assassinato de Laisla Aline Amaral Resende, em 10 de julho de 2009. A jovem, de 20 anos na época, acabara de dar à luz uma menina, que, aos 24 dias, foi deixada sobre o corpo da mãe, sendo encontrada em estado de hipotermia e repleta de picadas de insetos, numa estrada vicinal da região do Vale dos Ipês.

As investigações apontaram que o homem mantinha um relacionamento extraconjugal com a vítima. De acordo com os autos, o objetivo era esconder da esposa a traição e a paternidade da garotinha. Laisla foi morta com um tiro na cabeça. Jardel fugiu logo após o crime, sendo localizado somente em novembro de 2016, na cidade de Mateus Leme, onde havia fixado residência. O réu recebeu a pena de 18 anos e seis meses de detenção.

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