Mineração Usiminas reúne comunidade para esclarecer dúvidas sobre sistema de disposição de rejeitos filtrados

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Moradores do entorno das áreas exploradas pela Mineração Usiminas – Musa -, vereadores, representantes do poder Executivo e de órgãos fiscalizadores participaram de reunião pública realizada pela Mineração Usiminas. O objetivo foi apresentar os resultados dos estudos sobre os impactos ambientais e socioeconômicos do novo sistema de disposição de rejeitos filtrados, apontado como uma alternativa à construção de barragens convencionais. A Superintendência Regional de Meio Ambiente Central Metropolitana – Supram CM – conduziu a assembleia.

O gerente-geral de sustentabilidade da Musa, André Chaves, falou sobre o histórico da empresa e, durante a explanação, mostrou dados referentes ao desenvolvimento da região em função da extração mineral, além das ações desenvolvidas para as comunidades. A parte técnica ficou a cargo do engenheiro Elder Beirigo, da consultoria especializada responsável pela elaboração do projeto. Ele abordou as avaliações feitas antes da escolha do método e as especificidades da iniciativa.

Em relação às questões ambientais, conforme informado, foram analisados aspectos como a geologia, relevo, flora e fauna da região, solo, recursos hídricos e questões como emprego, saúde, renda, patrimônio cultural e qualidade de vida. Além disso, os participantes do encontro conheceram os programas de Mitigação, Gestão e Compensação Ambiental para cada um dos impactos detectados, puderam esclarecer dúvidas a respeito do sistema de disposição de rejeitos filtrados e acerca das operações da Musa.

O projeto

O projeto de implantação dosistema de disposição de rejeitos filtrados, apresentado na reunião pública, visa aprimorar a forma de disposição dos rejeitos das operações. Segundo a Mineração Usiminas, com a nova tecnologia, os resíduos em forma de polpa serão enviados para uma planta de filtragem, onde a maior parte da água será retirada, retornando ao processo produtivo e aumentando o nível de reaproveitamento dos recursos hídricos. Os materiais irão para uma pilha intermediária, por meio de uma correia transportadora e depois, seguirão em caminhões até a área de empilhamento a seco, para compactação.

Mão de obra

O empreendimento receberá investimento da ordem de R$ 140 milhões. A estimativa é de mobilização de cerca de 300 pessoas no pico de obras, além da criação de 50 vagas em caráter permanente, para operação e manutenção da instalação. A Mineração Usiminas prevê o prazo de 12 meses, após a obtenção das licenças, para a conclusão do projeto.

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