Governo atrasa envio de medicamentos e família pede ajuda para Marcos Vinícius

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A coluna QUER AJUDAR dessa semana conta a história do Marcos Vinícius Faria, de apenas 10 anos, que desde seu nascimento, luta pela vida e a cada ano ultrapassa as expectativas médicas. Hoje, ele enfrenta dificuldades para continuar com as medicações e ter as necessidades clínicas atendidas, após atrasos no envio gratuito da medicação por parte do governo.   

Marcos nasceu prematuro, com apenas seis meses, pesando 735 gramas, devido à uma pré-eclâmpsia na gestação. Ele ficou três meses no Centro de Tratamento e Terapia Intensiva – CTI –, e, após receber alta, seus pais descobriram que ele tinha Paralisia Cerebral e Síndrome de West, um tipo raro de epilepsia, que atrasa o desenvolvimento, apresenta espasmos físicos e hipsarritmia.

Quando completou três anos de idade Marcos foi internado novamente no CTI, com pneumonia grave, sendo desacreditado pelos médicos. Ele ficou três anos no hospital e lá precisou fazer uma traqueostomia, procedimento cirúrgico que consiste em fazer uma abertura na parede da traqueia para a entrada de oxigênio quando o ar está obstruído e uma gastrostomia, em que é feita uma abertura artificial anterior do estômago.

Quando recebeu alta, Marcos saiu do hospital usando um respirador, chamado BiPAP, e por conta de todos esses procedimentos, o aparelho precisa de cuidados contínuos em casa, aumentando a despesa da família.

Superando todas as expectativas, o pequeno Marcos já está com 10 anos, sua casa é montada com utensílios hospitalares oferecer a ele a máxima qualidade de vida possível, o menino também precisa fazer acompanhamento constante com um neurologista, fonoaudióloga e fisioterapeuta, além das constantes internações, devido às complicações no quadro.

Apesar de todos os obstáculos, a mãe do garoto, Liliane Faria Silva, não desiste. “Nossa rotina é complicada devido a todos esses procedimentos, mas seguimos lutando, eu pago convênio para ele e conseguia os medicamentos gratuitamente, mas está mais difícil conseguir isto”.

Os custos da família aumentam com os medicamentos caros que Marcos precisa tomar, além das fraldas e alimentação restrita, por isso, eles pedem a ajuda a cada cidadão itaunense. “Devido à crise econômica do governo, passamos meses sem receber as fraldas e os medicamentos de alto custo, então a situação está bem complicada”, conta Liliane.

Hoje, Marcos está precisando de fraldas geriátricas tamanho “G” e de medicamentos que chegam a custar quase R$ 200. Liliane pede para que quem puder ajudar deposite sua doação na Conta Poupança 05411-0, na Caixa, Agência 3550, Operação 013, de titularidade de Liliane, ou entregue na Rua Vovô Juquita Antunes, 125, no bairro Murilo Gonçalves.  O telefone para contato é (37) 99806-1886.

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