Vereadores aprovam novo financiamento

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Dinheiro será utilizado para asfalto, caso recursos do Finisa não venham

A Câmara aprovou projeto que permite ao Executivo contratar, junto ao Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais, BDMG, financiamento com valores de até R$ 3 milhões. A verba é proveniente do programa “BDMG Urbaniza” e o dinheiro será utilizado para obras de pavimentação em ruas da cidade.

O vereador Joel Arruda apresentou emenda ao projeto obrigando o município a informar quais ruas serão asfaltadas, valores e as justificativas pelas quais os logradouros precisarão da pavimentação. De acordo com o vereador Hudson Bernardes, o próprio BDMG já obriga o município a enviar esta justificativa.

Bernardes disse ainda que o financiamento seria um plano “B” do município, caso os recursos do Finisa, financiamento da Caixa Econômica Federal e autorizado pela Câmara em junho, não cheguem até o município. “Não quer dizer que este contrato, que estamos autorizando, será utilizado. Ele é um trabalho de reserva, caso os recursos do Finisa, não venham. Pode ser que o governo trabalhe com os dois projetos e pode ser que não. Se o Finisa não der certo, temos este novo financiamento”, esclareceu Hudson Bernardes.

Márcio Gonçalves Pinto, “Hakuna”, reforçou os argumentos do colega. Segundo o parlamentar, o dinheiro já vem carimbado para obras estruturais e caso o financiamento do Finisa não saia, a Prefeitura não ficará a ver navios.

A oposição criticou o novo financiamento. Alex Arthur disse que o município já contratou diversos financiamentos.

Antônio de Miranda, lembrou que em dois anos foram contratados R$ 29 milhões em empréstimos. “Acho que é questão de prioridade. Asfalto não é prioridade. As clínicas de saúde são prioridade. APAE é prioridade. Também foi dito na campanha, que os financiamentos seriam para ser pagos dentro do mandato. E isto não está acontecendo. Se vir coisa importante da Saúde, Educação, conta com nosso voto. Se este projeto sair, não tem como voltar à trás. Desde que autorizado, o cheque em branco está na mão do prefeito”, concluiu.

O projeto foi aprovado.

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