Fim do desabastecimento

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Caixa D’Agua da região do Morada Nova vai atender mais da metade de Itaúna, segundo SAAE

Projeto para início da construção passa por revisão e aguarda liberação de verbas 

Acostumados a conviver com o desabastecimento e a falta d’agua nas torneiras, moradores da região Oeste, onde estão localizados os bairros Morada Nova, Santa Edwiges, Recanto das Peixotas, Aeroporto, entre outros, estão prestes a ver a realidade alterada. Isto porque, de acordo com o Serviço Autônomo de Água e Esgoto – SAAE -, o projeto para a construção do reservatório que atenderá toda a região já está em fase final de revisão e aguarda somente a liberação da verba para ser licitado.

A assessoria de comunicação da autarquia informou que o projeto está pronto, porém aguarda a análise da equipe técnica de engenharia para acertar os detalhes finais. “A previsão para finalizar as revisões e adequações dos projetos é o final deste mês” explica o direto geral Arley Cristiano Silva.

Custos

Orçada em aproximadamente R$9 milhões, a obra será custeada com financiamento da Secretaria do Tesouro Nacional. O recurso ainda não foi aprovado pelo governo federal, a expectativa é que em breve o dinheiro esteja disponível.

O Saae trabalha com a perspectiva de concluir a obra dentro do orçamento estimado, porém como foram aprovados, pela Câmara Municipal, recursos na ordem de R$ 10 milhões, eventuais problemas podem ser contornados, sem a necessidade de aditivos. “O objetivo é evitar problemas por falta de recurso, caso ocorra algum imprevisto, fato corriqueiro em obras deste porte. Assim, estamos trabalhando com certa sobra”, afirmou. 

O Saae é cometido ao falar de prazos e cronograma das obras, já que tudo depende da vida de recursos, mas as expectativas são de que o processo de licitação seja publicado no próximo mês.

Benefícios

A expectativa é que a construção do reservatório beneficie até 60% da população itaunense. A região Oeste é a que mais cresceu nos últimos anos. Gente como a dona Maria Mercês, que vive no Morada Nova desde sua fundação. “De uns anos para cá piorou a falta d’água. A cidade cresceu demais. Tem vez que não falta, mas a água vem mirradinha”.

Já Andreia Souza, moradora do Recanto das Peixotas, diz que não vê a hora do projeto sair do papel. “Ano passado a gente quase passou sede aqui. Agora, com o calor se aproximando é bem capaz de faltar água de novo. Espero que tudo saia o mais brevemente possível e que não seja mais uma promessa de políticos”.

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