Vereadores se defendem de ataques em redes sociais após derrubarem projeto que pretendia suspender aumento das passagens

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Os vereadores da base governista e que votaram contra o prosseguimento do projeto de Decreto Legislativo que pretende suspender o aumento das tarifas do transporte coletivo se defenderam de acusações em redes sociais.

Tão logo acabou a votação, as redes sociais movimentaram-se para denominar os vereadores que votaram contra o prosseguimento do projeto.

Lucimar Nunes, o Lucinho de Santanense, foi o primeiro a se manifestar e disse que as pessoas precisam ter responsabilidade sobre suas publicações.Lucinho disse que a verdade virá a tona e que no final verão quem está certo e quem está errado. “Sentem com o pessoal da imprensa e aprendam como as publicações devem ser feitas”. 

Anselmo Fabiano afirmou que as pessoas estão tentando denegrir o posicionamento dos parlamentares “A gente se lamenta porque hoje as redes sociais viraram um chuveiro de informações. As pessoas precisam saber se as coisas procedem ou não.  O meu posicionamento vai seguir sempre em cumprimento da lei. Gostaria de saber se nós vereadores fazemos projetos para aumento de tarifa ou autorizamos aumento de tarifa?”.

Respondendo a questão o presidente da Casa, Alexandre Campos, disse que os projetos dessa ordem são de iniciativa do prefeito.

Outro que se manifestou foi o vereador Giordane Alberto. O parlamentar afirmou que foi abordado por uma senhora que o questionou o porquê teria votado contra o povo. “A gente tem que ter cuidado com o que se coloca na rede social. Em relação ao Decreto veremos quem está com a razão”.

Silvano Gomes afirmou que foram jogados na rede social por malícia e maldade. “Tem vários advogados doidos para pegar processos deste tipo aí. As pessoas precisam ter cuidado. Nós vereadores não aumentamos as taxas. Meu nome foi citado nesta lista negra. A gente está aqui para ajudar o povo”.

Na semana passada por 08 votos a 06 o plenário optou por dar prosseguimento ao Decreto, mesmo com a procuradoria e parte da Comissão de Redação e Justiça apontando vícios no projeto.

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