Piracema: Polícia Militar Ambiental vai fiscalizar pesca em Itaúna

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Já está estamos no período de piracema,  marcado pelo fenômeno da desova e reprodução de várias espécies de peixes e, por isso, até o dia 28 de fevereiro os pescadores estão com a pesca restrita, assim como o uso de determinados equipamentos.

Segundo o Tenente da Polícia de Meio Ambiente de Divinópolis, que é responsável pelas ações em Itaúna, Flávio Borges, a fiscalização já começou no município. “Nós temos todos os locais de pesca mapeados e estamos lançando operações rotineiras a fim de barrar a pesca ilegal”, afirmou.

As ações ocorrerão nos principais mananciais da cidade, como o rio São João, barragem velha barragem do Benfica, rio Pará e nas bacias que seguem rumo a Divinópolis.

O tenente Flávio destaca que a piracema é um período importante para a manutenção das espécies e, por isto, quem gosta de pescaria deve estar bem informado sobre as espécies quem podem ou não serem pescadas. “Os nativos da região, como a traíra, mandi, lambari e curimba, de maneira alguma devem ser pescados, a não ser por aqueles que têm autorização para a prática esportiva. Se pescados, devem ser soltos. Já outras espécies, como as exóticas, e exemplares de outras bacias hidrográficas, como o tucunaré, black bass, tilápia, carpa, entre outros, podem ser pescados livremente”, disse.

Os equipamentos também têm o uso restrito durante o período da piracema. “Pescar é permitido somente com vara. Vários apetrechos não são permitidos, como os anzóis de espera, anzóis de galho, tarrafas e redes”.

“No período da piracema, cada pessoa pode pescar até três quilos de peixe e mais um exemplar. Não se pode realizar a prática a menos de 1km de cachoeiras, corredeiras e usinas hidroelétricas. O infrator que for pego realizando a pesca ilegal está sujeito de um a três anos de prisão, além de multa, que pode variar dependendo da situação que ele for apreendido”, finalizou.

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