Regime de Urgência em projeto de Suplementação Orçamentária é negado

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Os vereadores negaram o pedido de tramitação em regime de urgência do projeto de lei que prevê remanejamento em 5% do orçamento municipal. A justificativa é que o dinheiro seria utilizado no pagamento do 13º salário dos servidores.

A base oposicionista da Câmara, que recentemente recebeu o reforço dos vereadores Márcio Gonçalves Pinto e Antônio José de Faria Júnior, que romperam com o prefeito, votou em peso contra o pedido do regime de urgência do prefeito.

Antônio de Miranda, afirmou que os 5% representam mais de R$15 milhões e que a análise não poderia ser feita a toque de caixa. “Não dá para avaliar o tamanho das consequências disto. Se tramitar normal posso votar favorável. Mas não dá para votar em regime de urgência”.

Hakuna afirmou que a Casa precisa fiscalizar as ações do Executivo e disse que votar contra o regime de urgência seria valorizar o trabalho dos vereadores. Por nove votos a oito, o pedido de regime de urgência foi rejeitado.

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