Vereadores são “barrados” na reunião dos Mototaxistas

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“Os parlamentares estão fazendo os mototaxistas de massa de manobra. Eles querem aparecer, tirar foto com a equipe e assim não vai”

Após a Prefeitura anunciar a abertura do processo de credenciamento e regulamentação dos mototaxistas na cidade, os profissionais decidiram se movimentar. Em audiência pública na Câmara, diversos motoqueiros e representantes do segmento se reuniram para protestar contra as exigências previstas no edital.

Os principais alvos das reclamações foram a obrigatoriedade da implementação do motocímetro, o prazo de apenas 30 dias para a regulamentação dos profissionais, a ausência de órgãos de vistoria na cidade, a quantidade de vagas disponíveis, além dos preços estabelecidos pelas corridas.

Vereadores barrados

O Secretário de Regulação Urbana, Paulo de Tarso, marcou uma reunião com os mototaxistas e quando alguns profissionais chegaram, ligaram para os vereadores Antônio José de Faria (Da Lua) e Márcia Cristina, solicitando que ambos participassem da reunião. Mas quando os parlamentares chegaram ao local, foram barrados.

O Jornal S’PASSO entrou em contato com o secretário de Regulação Urbana, Paulo de Tarso, que afirmou que a gravação do vídeo dos vereadores sobre o assunto foi campanha política. “Eles não foram convocados para a reunião. Não barrei ninguém, eles é que não foram convocados. A reunião era administrativa e não havia necessidade da participação de vereadores. Só que eles querem aparecer, tirar foto com os profissionais e isto não vai”, contou.

Ainda segundo o secretário, os vereadores estão fazendo dos mototaxistas massa de manobra, por isso estavam tentando aparecer na reunião, tentando resolver uma coisa que é da competência do poder público”, declarou.

Exigências

As exigências da classe na reunião foi o cancelamento do chamamento público 01/2019, a revisão do número de vagas para os profissionais, o aumento do valor da “arrrancada” que passaria de R$2 para R$7, podendo ser reajustado de acordo com a inflação, a extinção do motocimetro, isenção do rotativo para os profissionais, diminuição do ano de fabricação da motocicleta para oito e o funcionamento permitido por 24h.

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