Improbidade: Eugênio Pinto e Íris Léia terão que devolver mais de R$46 mil aos cofres públicos

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De acordo com TJMG o ex-prefeito não poderá se candidatar a eleição de 2020 como queria.

Uma viagem realizada pela ex-chefe de Gabinete da Prefeitura, Íris Léia Rodrigues da Cruz, à um Seminário Binacional de Gestão Pública, realizado em Santander, na Espanha, durante o segundo mandato de Eugênio Pinto, em 2011, culminou em mais uma condenação para a dupla. Íris Léia e o ex-prefeito foram sentenciados pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) a ressarcir o Município de Itaúna em R$ 46.107,90, pela prática de ato de improbidade administrativa, além do pagamento de multa civil, cada um, no valor de R$ 23.053,95.

Na época, a decisão em primeira instância, foi expedida pela juíza Solange Maria de Oliveira Lima, da Comarca de Itaúna, constatou que o Município pagou em duplicidade pelos gastos com transporte, hospedagem e alimentação da viagem. Foi recebido por Iris Léia a quantia de R$ 7.126,87 e ainda foram pagos R$ 4.158,40 a uma empresa de turismo da cidade. Na ocasião, ocorreu também o pagamento de diárias por um período maior que a duração do evento.

O MPMG, ainda declarou que o ex-prefeito e a ex-chefe de gabinete, foram condenados à suspensão dos direitos políticos a partir do julgamento da decisão realizado em 25 de setembro, o que significa que não podem ser candidatos em eleições até 2027. Ainda segundo o órgão a condenação é definitiva, não cabe recurso.

O Jornal S’PASSO, procurou o Eugênio Pinto para falar sobre a decisão e ele disse que qualquer cidadão brasileiro tem direito a recorrer em terceira instância e com recursos especiais. “Eu ainda vou me encontrar com minha advogada, que é a Maria Helena, para saber sobre os próximos procedimentos que podemos tomar. Eu fico imensamente satisfeito com a imparcialidade do jornal S’PASSO em ouvir o meu lado e agradeço o contato, mas poderei dar mais detalhes após a reunião com minha advogada”, destacou.

Eugênio já havia apresentado o interesse em disputar as eleições em 2020, mas com essa decisão do TJMG, ele não poderá disputar o pleito, mas segundo ele, “vai recorrer e apresentar recursos especiais”. Ao tentar contato com Iris Léia Rodrigues o seu companheiro atendeu a ligação e alegou não estar autorizado a repassar o telefone.

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