Pai de criança de quatro anos diz que não praticou abuso

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Segundo ele, o filho diz o que a mãe quer e a “verdade aparecerá”

No final do ano, a Polícia Civil recebeu informações de um possível crime de abuso sexual contra uma criança. De acordo com o inquérito investigativo, o garoto de apenas quatro anos, estaria sendo abusado sexualmente pelo pai. O suposto crime teria sido denunciado pela mãe, após o menino retornar da casa do suspeito.

Devido à grande repercussão do caso, o pai da criança procurou a redação do Jornal S’PASSO para refutar as acusações. D.V.C disse que se separou mãe da criança no dia 5 de junho de 2016 e que, “desde então a mãe tem obsessão em destruí-lo, manipulando situações, denegrindo sua imagem e caluniando”. O homem ainda afirmou que tem vários processos dela contra ele e que “venceu todos na justiça”.

Ainda em declaração, o pai afirmou que tem um filho de 15 anos que mora com ele desde os quatro anos. Reafirmando seu amor pelos filhos, ele foi enfático em dizer que jamais faria algo contra qualquer um deles. “Não faria isto com ninguém. A psicóloga foi infeliz em seu trabalho e não me chamou e nem ouviu a minha família. Além disso, ela não sabe como foi o término do meu relacionamento com a mãe da criança e não sabe o que ela já me fez. A criança tem quatro anos e fala o que a mãe quer. Acredito que a psicóloga deu um laudo precoce com três sessões”, enfatizou o homem.

Além de negar ter praticado qualquer tipo de abuso contra a criança, D.V.C contou que o fato teria ocorrido no dia 14 de novembro de 2019, e que ele teria buscado o filho e levado para a academia de sua propriedade. Disse ainda que várias pessoas passaram na academia, viram a criança brincando alegre e que a mãe buscou o menino às 21h e, por volta de 23h30, levou a criança machucada ao hospital. “Na casa da mãe do menino, mora o tio, o avô e a avó. A investigação está sendo feita e a verdade vai aparecer”, finalizou.

Na época do ocorrido, D.V.C foi encaminhado à Delegacia da Polícia Civil, prestou depoimento e foi liberado. Os conselheiros tutelares apontados, informaram que não iriam comentar sobre o caso, uma vez que o mesmo corre sobre segredo de justiça.

Versão da Mãe

De acordo com o depoimento da mãe da criança, o pai buscou a criança para a visita semanal, como fazia regularmente e, quando o filho voltou para casa, por volta das 21h, ela não conseguiu dar banho no menino que se recusava a tirar a roupa, alegando que seu “bumbum estava dolorido demais”. Preocupada, a mãe disse que examinou o corpo do filho e notou que a região anal apresentava grande vermelhidão.

O garoto foi encaminhado para o pronto socorro, onde os médicos teriam constatado que ele tinha uma lesão na região do ânus, de aproximadamente 3cm.

Segundo o relato da mãe, a criança já apresentava um comportamento agressivo no ambiente escolar há mais dois meses e, por isso, teve de passar por acompanhamento psicológico, sugerido pela própria professora da escola.

Durante uma destas consultas, o garoto teria relatado à psicóloga que o “papai lhe tocava o bumbum e enfiava alguma coisa afiada nele”. A mãe ainda declarou que nos últimos dois meses, a criança se recusava a ir para a casa do pai.

No depoimento a mulher afirmou ainda que procurou o Conselho Tutelar mas não obteve ajuda. “Pelo contrário, um dos conselheiros tutelares me acusou de estar atrapalhando a relação da criança com o pai e exigido que eu provasse as acusações”.

1 COMENTÁRIO

  1. Acho que essa criança teria que passar por outro psicólogo e outros médicos, pois existe muitas mães loucas e doentes , e ainda mais dentro e casa existe parentes que fazem isso.

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