GASMIG sinaliza parceria com Itaúna, mas problema do recapeamento da Reta de Santanense não foi resolvido

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A GASMIG promoveu uma reunião com o Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE), com foco nos procedimentos de manutenção e na prevenção de eventuais situações de risco relacionadas às obras de expansão da rede de gás natural no município. 

O encontro teve como objetivo orientar e esclarecer os servidores da autarquia sobre as intervenções executadas pela GASMIG, sobretudo nos trechos em que as redes de gás se desenvolvem próximas às estruturas de abastecimento de água, esgotamento sanitário e drenagem pluvial. Durante a reunião, foram discutidos protocolos de segurança, medidas preventivas e fluxos de atuação em ocorrências que demandem manutenção ou apresentem risco operacional. 

A GASMIG apresentou as linhas de abastecimento em expansão na cidade e região, além de esclarecer pontos técnicos relevantes para a atuação integrada das equipes em casos de manutenção preventiva ou corretiva e em situações que envolvam risco potencial, seja nas redes do SAAE, na captação pluvial ou na própria infraestrutura de gás natural. 

Asfalto danificado

Embora tenha sinalizado a parceria, os motoristas que trafegam pela Avenida Doutor Miguel Augusto Gonçalves, a Reta de Santanense, continuam enfrentando problemas no pavimento após obras realizadas pela Gasmig para a instalação de tubulações. Mesmo após denúncias feitas por condutores e a publicação de matéria pelo Jornal S’Passo há cerca de um mês, a situação permanece inalterada e o problema não foi resolvido. 

De acordo com os relatos encaminhados à reportagem, a recomposição asfáltica executada após as intervenções apresentou falhas desde o início. O pavimento, que deveria ter sido devidamente restaurado, passou a apresentar buracos, desníveis e remendos irregulares em curto espaço de tempo, agravando as condições da via e oferecendo riscos à segurança de motoristas e motociclistas.  

A preocupação é ainda maior pelo fato de a avenida registrar tráfego intenso e permitir velocidades mais elevadas. Condutores relatam dificuldades para desviar dos trechos danificados, além do aumento do risco de acidentes e prejuízos mecânicos aos veículos. Até o momento, segundo os usuários da via, não houve retorno efetivo para correção definitiva do asfalto.