Um novo alerta acendeu o sinal vermelho em Itaúna: o 2º Levantamento Rápido de Índices para o Aedes aegypti (LIRAa) deste ano revela que o município está diante de uma ameaça real de surto de doenças como dengue, chikungunya e zika.
Os dados, divulgados pela Prefeitura na quinta-feira (12), mostram que 97,3% dos focos do mosquito foram detectados em residências e estabelecimentos comerciais, enquanto apenas 2,7% estavam em terrenos abandonados.
O relatório também aponta que a maioria absoluta dos criadouros (66%) está em recipientes removíveis, como pratinhos de plantas e baldes, objetos comuns no cotidiano doméstico. Em seguida vêm os depósitos fixos, como calhas e ralos (18%), reservatórios para consumo humano e materiais recicláveis (ambos com 6%), além de focos naturais, como bromélias e ocos de árvores (4%).
Com índices acima de 3,9%, o Ministério da Saúde classifica a situação como de alto risco para um surto iminente. O cenário em Itaúna ultrapassa esse limite com folga, evidenciando a necessidade urgente de mobilização da população para eliminar possíveis criadouros dentro das próprias casas.







