O Serviço Autônomo de Água e Esgoto anunciou uma série de melhorias na gestão dos resíduos sólidos e na limpeza urbana. Entre as novidades estão a renovação da frota de caminhões de coleta, a implantação do sistema de coleta conteinerizada no centro e a ampliação do quadro de servidores para os serviços de varrição.
A modernização ocorre após a formalização de um contrato emergencial com a Quantum Engenharia e Consultoria Ltda, autorizada por dispensa de licitação. O valor da contratação é de R$ 6.487.519,58 e contempla a coleta de resíduos domiciliares convencionais e a varrição manual de vias e logradouros públicos. A decisão foi respaldada pela disponibilidade orçamentária, regularidade técnica e jurídica, e pela comprovação de que a empresa atende todos os requisitos para execução do serviço.

Segundo o SAAE, a frota urbana agora conta com seis caminhões compactadores, sendo dois equipados para coleta mecanizada. Além disso, três veículos adicionais para áreas rurais devem entrar em operação nos próximos meses. A idade máxima dos veículos é de cinco anos, conforme exigência contratual, o que levou à substituição de unidades fora desse prazo.
Outra novidade é a instalação de 20 contêineres de mil litros no Centro da cidade, o que marca a implantação da chamada coleta conteinerizada. O objetivo é melhorar as condições de armazenamento e reduzir o risco de lixo espalhado pelas vias.
Para o diretor-geral do SAAE, Nilzon Borges, a medida traz ganhos significativos para a limpeza urbana. “A coleta conteinerizada melhora as condições de armazenamento do lixo para que não haja espalhamento, além de garantir a eficiência e a salubridade, já que os coletores deixam de manusear o lixo para lançá-lo no caminhão compactador, que revira o container mecanicamente.”
Além da renovação da frota, a autarquia reforçou a equipe de varrição, que passou de 23 para 50 servidores. Essa ampliação já apresenta resultados expressivos: no primeiro mês de aferição, foram entregues ao aterro sanitário 26,15 toneladas de resíduos, um aumento de 50% em relação ao mesmo período de anos anteriores. A avaliação da varrição é feita com base na extensão percorrida e não pelo peso do material recolhido, estratégia que garante cobertura total dos trechos definidos.








