A sessão legislativa desta semana em Itaúna foi marcada por controvérsia: os vereadores rejeitaram, por 9 votos a 5, com 2 abstenções, a criação de uma comissão processante contra Guilherme Rocha (Novo). O parlamentar foi acusado de expor a imagem da professora aposentada Tânia Lucinda, de 69 anos, em um grupo de WhatsApp com quase 200 participantes.
O pedido de abertura da comissão, protocolado pela própria vítima, incluía documentos e testemunhas. Caso tivesse sido aceito, três vereadores formariam a comissão para investigar o episódio e deliberar sobre a possibilidade de cassação do mandato. A maioria dos parlamentares entendeu que não havia elementos suficientes para prosseguir com a investigação.
Durante a votação, alguns parlamentares argumentaram que a conduta não configuraria falta grave para perda de mandato, enquanto outros reforçaram que a comissão seria apenas para apuração dos fatos, sem decisão imediata sobre a cassação.
Guilherme Rocha, após a repercussão, publicou um vídeo pedindo desculpas pelo episódio, alegando que a foto poderia ter sido mal interpretada e posteriormente apagou a mensagem do grupo. Até o momento, o diretório municipal do partido Novo não se pronunciou oficialmente.







